Como o factoring pode ajudar na recuperação judicial

Foi publicado nesta terça-feira (27), no Jornal do Comércio, o artigo do presidente do SINFACRS Marcio Aguilar, sobre como o factoring pode ajudar na recuperação judicial.

O factoring, modalidade do fomento comercial, que compreende, ainda, as estruturas de ESCs, Secutirizadora de Créditos Empresariais e os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios, atua na antecipação de recebíveis de empresas que têm faturamento decorrente da venda mercantil a prazo ou da prestação de serviços, gerando liquidez imediata de caixa à empresa cedente. Passou a ser parceiro decisivo das empresas em recuperação judicial, viabilizando a retomada dos negócios, face ao formato mais ágil de financiar a empresa em dificuldades.

Vale ressaltar que o factoring proporciona uma melhora significativa no fluxo de caixa da empresa recuperanda, crucial para honrar compromissos imediatos como salários e pagamentos a fornecedores e tributos, sendo vital para a continuidade do negócio durante a reestruturação.

Fato é que a empresa em processo de recuperação encontra dificuldades de crédito, seja para a aquisição de insumos de forma parcelada, seja para capital de giro, face a suspeita que recai sobre a retomada do negócio pelos gestores. Neste contexto, o factoring desempenha um papel estratégico. Juntamente com os demais atores que atuam na recuperação da empresa, o factor procede com uma análise mais elaborada focada na capacidade de entrega e de pagamento do cliente da empresa em recuperação.

A partir dessa avaliação, estrutura-se uma rotina de operações financeiras, procedendo a antecipação de recebíveis a ponto de permitir que a empresa em negocie melhores condições com fornecedores. Alinha, igualmente, o fluxo de capital e a capacidade de cumprir compromissos, focando o empresário nas atividades corporativas.

A agilidade do factoring é outro ponto que merece destaque, proporcionando uma fonte de financiamento rápida e flexível em comparação com opções tradicionais de empréstimos. Essa rapidez é crucial, onde a tomada de decisões ágeis pode determinar o sucesso do processo.

É fundamental ressaltar que o factoring não é uma solução única. É essencial avaliar os custos associados, garantir a viabilidade legal dentro do processo de recuperação judicial e considerar implicações a longo prazo. Além disso, trabalhar em conjunto com profissionais especializados, como advogados e consultores financeiros, é essencial para tomar decisões informadas e estratégicas nesse contexto tão desafiador.

Leia o artigo completo no link abaixo:

https://www.jornaldocomercio.com/cadernos/jornal-da-lei/2024/02/1141443-como-o-factoring-pode-ajudar-na-recuperacao-judicial.html

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